17 setembro, 2020

leitura de verbetes – formigas gigantes

 FORMIGAS-GIGANTES 


    A formiga-gigante (Dinoponera gigantea), também conhecida como falsa-tocandira, é originária da região Amazônica. É chamada de formiga gigante devido ao seu tamanho de aproximadamente 2,5 cm. São formigas onívoras, porém com maior tendência aos hábitos carnívoros. Possuem veneno fatal quando injetado nas suas presas, que constituem insetos, lesmas e até mesmo pequenos lagartos. Esse veneno não é prejudicial ao homem, a não ser que o indivíduo seja alérgico, podendo trazer sérias complicações. 

    Ao contrário da maioria das espécies de formigas, as colônias de falsa-tocandira não apresentam rainha. Elas são constituídas exclusivamente por operárias, que são as formigas que estão sempre em atividade e só trabalham em benefício do formigueiro. O que ocorre na colônia é uma disputa entre as operárias, que pode levar dias, com pausa para descansos. A vencedora torna-se a formiga dominante da colônia, posição semelhante a da rainha de outras espécies, passando a ser o indivíduo reprodutor. Quando a formiga dominante morre, novas disputas são realizadas. 

     O formigueiro da falsa-tocandira é construído em um buraco escavado no solo a cerca de 40 cm de profundidade e pode ter de 1 a 8 entradas. Todas as operárias, inclusive a dominante, têm o mesmo tamanho e a mesma forma, ficando difícil o reconhecimento de cada indivíduo. As colônias de formigas do gênero Dinoponera não são grandes, podendo variar de 10 a 120 indivíduos. 

    Apesar das formigas em geral incomodarem os seres humanos, elas desempenham funções no meio ambiente que ajudam a manter o equilíbrio ambiental, podendo fazer parte da alimentação de outros animais ou até mesmo auxiliar na decomposição de matéria orgânica, uma vez que podem se alimentar de organismos mortos. 

 

 

Fonte: Formigas Gigantes. Fundação Zoológico de São Paulo. Secretaria da Infraestrutura e do Meio Ambiente. Disponível em: http://www.zoologico.com.br/animais/invertebrados/formigas-gigantes/. https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br . Acessado em 05/05/2020. 





16 setembro, 2020

LEITURA DE VERBETE - AS ABELHAS



 ABELHAS

    Abelhas Existem cerca de 20.000 espécies de abelhas. As mais conhecidas são as comumente denominadas abelhas africanizadas (mistura da abelha africana com a européia) que podem causar acidentes, devido a inoculação de veneno com ferrão. Existem também as chamadas abelhas nativas, as quais em sua grande maioria não têm ferrão nem veneno (arapuá, jataí, mandaçaia, entre outras) e, normalmente, enroscam no cabelo quando importunadas. Como não inoculam veneno, não são passíveis de controle, além de serem protegidas por lei ambiental. Encontramos ainda as mamangavas, abelhas grandes e solitárias, com ferrão e veneno, que em geral fazem seus ninhos no solo ou em ocos de árvores. 

    As abelhas são consideradas insetos úteis porque: 

     contribuem para a fecundação das flores, propiciando aumento da produção de frutos e grãos (polinização); • produzem o mel e a geléia real, importantes fontes energética e nutritiva; • produzem o própolis a partir de substâncias resinosas dos brotos e cascas de vegetais, o qual atua como antibiótico natural. 

     Na sociedade das abelhas, distinguem-se 3 tipos de indivíduos: rainhas (possuem ferrão, utilizado somente para postura dos ovos), zangões (sem ferrão) e operárias (que possuem ferrão). 

    Alimentam-se do néctar e pólen que retiram das flores, levando-os para a colméia e armazenando-os em favos, sendo que todo trabalho da colméia (coleta de pólen, néctar e própolis, limpeza, defesa, construção de favos e alimentação das larvas) é realizado pelas operárias. 


 Fonte: Secretaria da Saúde. Vigilância em Saúde/ Controle de zoonoses/Animais Sinantrópicos/Abelhas, 19/02/2019. Disponível em:  https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/controle_de_zoonoses/animais_sinantropicos. Acessado em 05/05/2020. 




LEITURA DE VERBETE - JOANINHA

 


JOANINHA



AULA 2 ANO CENTRO DE MÍDIAS SÃO PAULO


08/09 - 2º ano EF - Língua Portuguesa - Verbete













15 setembro, 2020

O Leão e o Javali

 

O Leão e o Javali

Esopo

    Num dia muito quente, um leão e um javali chegaram juntos a um poço. Estavam com muita sede e começaram a discutir para ver quem beberia primeiro.

    Nenhum cedia a vez ao outro. Já iam atracar-se para brigar, quando o leão olhou para cima e viu vários urubus voando.

— Olhe lá! — disse o leão. — Aqueles urubus estão com fome e esperam para ver qual de nós dois será derrotado.

— Então, é melhor fazermos as pazes — respondeu o javali. — Prefiro ser seu amigo a ser comida de urubus.


Moral da História

Diante de um perigo maior, é melhor esquecer as pequenas rivalidades.






A Formiga e a Pomba

 



A Formiga e a Pomba

Esopo

Uma formiga sedenta chegou à margem do rio, para beber água. Para alcançar a água, precisou descer por uma folha de grama. Ao fazer isso, escorregou e caiu dentro da correnteza.

Pousada numa árvore próxima, uma pomba viu a formiga em perigo. Rapidamente, arrancou uma folha de árvore e jogou dentro do rio, perto da formiga, que pôde subir nela e flutuar até a margem.

Logo que alcançou a terra, a formiga viu um caçador de pássaros, que se escondia atrás de uma árvore, com uma rede nas mãos. Vendo que a pomba corria perigo, correu até o caçador e mordeu-lhe o calcanhar. A dor fez o caçador largar a rede e a pomba fugiu para um ramo mais alto.

De lá, ela arrulhou para a formiga:

— Obrigada, querida amiga.

Moral da História

Uma boa ação se paga com outra.




O Galo e a Pérola

 


O Galo e a Pérola

Esopo

    Um galo estava ciscando, procurando o que comer no terreiro, quando encontrou uma pérola. Ele então pensou:

— Se fosse um joalheiro que te encontrasse, ia ficar feliz. Mas para mim uma pérola de nada serve; seria muito melhor encontrar algo de comer.

    Deixou a pérola onde estava e se foi, para procurar alguma coisa que lhe servisse de alimento.


    Moral da História.

Às vezes, o que é precioso para um não tem valor para outro.





A Raposa e as Uvas

 



A Raposa e as Uvas

Esopo

    Uma raposa passou embaixo de uma parreira carregada de lindas uvas. Ficou com muita vontade de comer aquelas uvas. Deu muitos saltos, tentou subir na parreira, mas não conseguiu. Depois

de muito tentar, foi-se embora dizendo:

— Eu nem estou ligando para as uvas. Elas estão verdes mesmo…

Moral da história

Quem desdenha quer comprar.




14 setembro, 2020

O GALO E RAPOSA

Peças de Teatro - O Galo e a Raposa - Artigonal


O GALO E RAPOSA

    O galo e as galinhas viram que lá longe vinha uma raposa. Empoleiraram-se na árvore mais próxima, para escapar da inimiga.

 Com sua esperteza, a raposa chegou perto da árvore e se dirigiu a eles:

 — Ora, meus amigos, podem descer daí. Não sabem que foi decretada a paz entre os animais?  Desçam e vamos festejar esse dia tão feliz!

 Mas o galo, que também não era tolo, respondeu:

 — Que boas notícias! Mas estou vendo daqui de cima alguns cães que estão chegando. Decerto eles também vão querer festejar.

 A raposa mais que depressa foi saindo:

 — Olha, é melhor que eu vá andando. Os cães podem não saber da novidade e querer me atacar.


Moral da História:  É preciso ter cuidado com amizades repentinas.